IPADS no XXXIX Congresso do CONASEMS: conexões, escuta ativa e fortalecimento do SUS

Entre os dias 12 e 15 de julho, o IPADS esteve em Porto Alegre (RS) para participar do XXXIX Congresso do CONASEMS. Considerado o maior encontro de gestão em saúde pública do país – e um dos mais importantes do mundo –, o evento reuniu cerca de 15 mil pessoas e teve como tema central a regionalização e as responsabilidades interfederativas do Sistema Único de Saúde (SUS).

Para o IPADS, o congresso representou um espaço fundamental para o debate sobre a qualificação da saúde no Brasil, permitindo dar visibilidade a práticas inovadoras e consolidar o diálogo com gestores, profissionais e pesquisadores de diversas regiões.

Valorização de quem atua na linha de frente

O trabalho do IPADS é guiado pela premissa de que a evolução sustentável da saúde pública exige um investimento contínuo naqueles que atuam na ponta. Por isso, o evento foi o cenário ideal para compartilhar os aprendizados de iniciativas colaborativas que unem qualificação técnica, humanização e equidade, como os projetos Casa dos Agentes, Nascer Imune, Covid Combate, Hubcrie e Osteoprevine.

Camila Benvenuto, coordenadora de projetos do IPADS, esteve presente no Congresso junto com a equipe do Instituto, ressalta que, mais do que apresentar resultados, o objetivo principal da instituição no evento foi ouvir as necessidades reais dos territórios. “Durante o congresso, tivemos a oportunidade de compartilhar nossos aprendizados em diversas iniciativas, contudo, nossa principal agenda foi a escuta. Entender de perto os desafios reais dos municípios nos permitiu avaliar novas metodologias e alinhar novas parcerias. Retornamos dessa experiência com perspectivas atualizadas e conexões estratégicas que vão nos ajudar a aprimorar ainda mais o suporte que o IPADS oferece aos profissionais e gestores”, ressalta Camila.

Reconhecimento e novas parcerias em foco

Neste ano, o estande do IPADS se tornou um ponto de encontro para a troca de experiências, recebendo representantes de municípios, estados, COSEMS, governos e parceiros da indústria. Além de promover sorteios de livros e gerar engajamento com o público, o estande foi palco para a discussão de avanços em áreas estratégicas para a saúde nacional, como a saúde indígena e a imunização.

O presidente do IPADS, Thiago Trapé, destacou o impacto positivo da proximidade com o público e o reconhecimento institucional durante os quatro dias de evento:

“O saldo da nossa participação não poderia ser mais positivo. Recebemos gestores, trabalhadores, tutores e ex-alunos que fizeram questão de compartilhar suas experiências conosco. Ouvir relatos sobre como nossos cursos e projetos transformaram práticas profissionais e impactaram a realidade dos municípios é a maior confirmação de que estamos no caminho certo”, afirma. “O IPADS faz questão de participar anualmente deste congresso porque acredita que a evolução da saúde pública depende de colaboração, escuta ativa e proximidade entre todos os atores envolvidos”, completa Thiago.

O IPADS agradece imensamente a todos que visitaram o estande, participaram das conversas e trocaram ideias com a equipe. Seguimos juntos, construindo projetos e soluções efetivas para o fortalecimento da Atenção Primária e do SUS.

Ipads participa de Mesa Redonda sobre investimento Sustentável na Força de Trabalho e Sistemas de Saúde

No dia 30 outubro de 2024, vésperas da Reunião Ministerial da Saúde do G20, da Reunião Ministerial Conjunta de Finanças e Saúde do G20 e do momento de promessas do Fundo Pandêmico.  O Instituto de Pesquisa e Apoio ao Desenvolvimento Social foi convidado pela Pandemic Action Network (PAN), o Fundo Pandêmico, a Parceria de Saúde e Desenvolvimento do G20 e o G7 e a Resilience Action Network Africa (RANA), com o apoio da Johnson & Johnson, a participar de uma mesa redonda sob as Regras da Chatham House para discutir soluções e oportunidades eficazes, inovadoras e escaláveis ​​para mobilizar investimentos adicionais e sustentáveis ​​na força de trabalho e nos sistemas de saúde para fortalecer a preparação e a resiliência às ameaças atuais e emergentes à saúde.

Este evento, somente para convidados, respeitou a regra da Chatham House para encorajar o diálogo aberto. Os comentários de abertura virão da atual Presidência do G20, da Vice-Ministra do Brasil, Secretária de Vigilância em Saúde e Meio Ambiente, Dra. Ethel Maciel, da nova Presidência do G20, do Ministro da Saúde da África do Sul, Sua Excelência Dr. Pakishe Aaron Motsoaledi e do Dr. Chatib Basri, Copresidente do Conselho de Administração do Fundo Pandêmico e Ex-Ministro das Finanças da Indonésia.

O Instituto de Pesquisa e Apoio ao Desenvolvimento Social esteve representado por meio de seu presidente, Dr. Thiago Lavras Trapé.

XXVI Jornada Nacional de Imunizações SBIm

O Instituto de Pesquisa e Apoio ao Desenvolvimento Social (IPADS) marcou sua presença na XXVI Jornada Nacional de Imunizações SBIm! O Ipads representado pelo seu presidente, Dr. Thiago L. Trapé apresentou o Projeto HubCrie.

No evento, além de apresentar resultados estrondosos, com participação de muitos municípios que participam do projeto, o Ipads apresentou o pôster eletrônico do projeto:

O projeto HUBCRIE foi desenvolvido para ofertar aos profissionais da saúde e aos usuários do SUS informações sobre os imunobiológicos especiais disponíveis nos CRIE – Centro de Referência de Imunobiológicos Especiais. Para os interessados, o curso acontece também na modalidade EaD e está aberto para todos os no site www.hubcrie.org.br

O projeto Hubcrie é um projeto realizado pelo IPADS, em parceria do CONASEMS @conasems e SANOFI @sanofi_brasil

Confira as imagens da XXVI Jornada Nacional de Imunizações SBIm:

Transmissão vertical do vírus Oropouche (OROV) e suas implicações para a saúde materna e fetal

A mais recente pesquisa sobre a transmissão vertical do vírus Oropouche (OROV) e suas implicações para a saúde materna e fetal acaba de ser publicada no SciELO Preprints. Este estudo, com colaboração de André Ribas Freitas, associado do Ipads, marca um passo significativo na compreensão dos riscos emergentes para a saúde pública associados ao OROV, especialmente em regiões além da Bacia Amazônica.

Resumo:

A transmissão do vírus Oropouche (OROV) para novas regiões, juntamente com um aumento de casos e o surgimento de formas graves, anteriormente não suspeitas, expressas preocupações de saúde pública. Uma fazendeira grávida de 40 anos, com 30 semanas de gestação, desenvolvimento de febre, mialgia e dor de cabeça, com infecção por OROV confirmada por RT-qPCR. as avaliações maternas e fetais não foram inicialmente concluídas. No entanto, na semana seguinte, um paciente notou diminuição dos movimentos fetais, e o ultrassom confirmou a morte fetal. O diagnóstico molecular detectou RNA do OROV em vários espécimes fetais. Este caso de transmissão vertical ressalta a necessidade urgente de proteger as mulheres grávidas, incorporar o OROV no diagnóstico diferencial de doenças febris e investigar mais profundamente os potenciais mecanismos patogênicos do vírus.

Confira o artigo completo em:

https://preprints.scielo.org/index.php/scielo/preprint/view/9667/version/10218

Conheça os projetos do Ipads: https://ipads.org.br/projetos

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Chamada Pública para Perspectiva do Cidadão

A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) abriu a Chamada Pública n° 62/2024 para perspectiva do cidadão e estimular a participação social no processo de Avaliação de Tecnologias em Saúde (ATS) sobre a Vacina Influenza trivalente (fragmentada, inativada) alta dose para a prevenção da infecção causada pelo vírus influenza em idosos com 80 anos de idade ou mais.

Disponível em:

https://www.gov.br/participamaisbrasil/chamada-publica-62-2024-vacina-influenza.

A Influenza (gripe ou influenza sazonal), é uma infecção viral aguda, causada pelos vírus Influenza A, B, C ou D e que acomete o sistema respiratório, de forma leve ou grave,2. A transmissão do vírus ocorre pelas vias respiratórias, por meio de secreções (nasal e/ou oral)23. Deste modo, a transmissão ocorre pela tosse e/ou espirros de pessoas com Influenza e a partir do toque em superfícies ou objetos contaminados, com o consequente toque em olhos, boca ou nariz3,4.

Os sintomas da influenza, normalmente, são febre, tosse, inflamação na garganta, dores de cabeça e musculares, coriza, mal-estar em geral e fadiga23. Entretanto, a doença pode evoluir para sua forma mais grave e levar a quadros de pneumonia, síndrome respiratória aguda grave (SRAG), miosite e até mesmo, a óbito2,3.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), estima-se que a cada ano, sejam registrados de três a cinco milhões de casos graves da doença e de 290 mil a 650 mil óbitos, em razão da Influenza em todo o mundos. As pessoas com maior risco de desenvolver a forma grave da doença são maiores de 60 anos, crianças, gestantes, puérperas e pessoas com alguma comorbidade, como as condições crônicas não transmissíveis (CCNTs)2.

De acordo com o Ministério da Saúde do Brasil, em 2022, a faixa etária na qual foram registrados mais casos de gripe foi a de 60 anos ou mais (44,2%). Por sua vez, de acordo com o Sistema de Informações Hospitalares do Sistema Único de Saúde (SIH/SUS), no ano de 2023, as doenças do aparelho respiratório, incluindo portanto, a Influenza foram a segunda principal causa de mortalidade, em pessoas acima de 60 anos.

A ciência reconhece que a melhor estratégia para se prevenir a doença é a vacinação, haja vista que as vacinas estimulam a produção de anticorpos contra vírus e bactérias e promove a imunidade no período de maior circulação do vírus influenza, o que reduz o risco de infecção e agravamento da doença.

Destaca-se que, na atualidade, o Sistema Único de Saúde (SUS) fornece a vacina trivalente tradicional para o combate à Influenza. Contudo, já existem as vacinas contra a influenza de alta dose, que são relevantes avanços em imunização, promovendo maior proteção.

Assim como já se observa em outros países, o uso das vacinas de alta dose para maior proteção deve ser considerado, principalmente em se tratando de pessoas maiores de 60 anos, que apresentam resposta imunológica menos efetiva (imunossenescência). A fim de melhorar a prevenção de infecções, agravamento dos quadros de gripe, e mesmo eventos cardiovasculares com hospitalização e óbito em pessoas com 80 anos de idade ou mais – portanto apresentando imunosenescências – é importante ser considerada a administração de imunizante que confere maior proteção, como é o caso da trivalente (fragmentada inativada) de alta dose14.

Diante do exposto, a chamada n° 04/2024 da Conitec é de extrema relevância. Incentivamos a inscrição para participação social de pessoas com 80 anos ou mais de idade, familiares cuidadores e representantes de associações, a fim de contribuírem para essa decisão de incorporação no PNI da
a Vacina Influenza trivalente (fragmentada, inativada) para imunização de pessoas com 80 anos ou mais de idade.

Referências:

  1. Azambuja HCS, Carrijo MF, Martins TCR, Luchesi BM. O impacto da vacinação contra influenza na morbimortalidade dos idosos nas regiões do Brasil entre 2010 e 2019
    Cadernos de Saúde Pública [Internet]. 2020 Nov 20;36. Available from:
    https://www.scielo.br/j/csp/a/cgWr4YqwJCmqP3zNGbj3M8v/?lang=pt.
  2. Brasil. Ministério da Saúde – Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente
    Departamento do Programa Nacional de Imunizações e Doenças Imunopreviníveis e Coordenação-Geral de Vigilância das Síndromes Gripais. Guia de Manejo e Tratamento de influenza 2023 [Internet]. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/svsa/influenza/guia-de-manejo-e-tratamento-de-influenza-2023/view.
  3. Bernadete L Liphaus L, Lucas P, LF Yu A, RMP Carvalhanas T. O que você precisa saber sobre influenza?. Bepa [Internet]. 17° de março de 2022 [citado 15° de fevereiro de 2024];19:1-10 Disponível em: https://periodicos.saude.sp.gov.br/BEPA182/article/view/37323.

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OMS define doença propagada “pelo ar”

A compreensão dos mecanismos de transmissão de qualquer patógeno é crucial para o desenvolvimento e adaptação de medidas eficazes e adequadas de saúde pública, clínica e de prevenção e controle de infecções, visando prevenir infecções e inibir a disseminação desse patógeno.

Durante a pandemia, os termos “aerotransportado”, “aerotransportado transmissão”, “gotículas” e “aerossóis” foram utilizados de diferentes formas, por diferentes partes interessadas, o que contribuiu para a confusão na comunicação sobre como esse patógeno foi transmitido em populações humanas através do ar.

Os modos de transmissão seguem princípios epidemiológicos clássicos e referem-se a como um agente infeccioso, que pode ser patogênico, pode ser transferido para outra pessoa, objeto, meio ambiente, água, alimento, inseto ou animal.

Nesse sentido, a transmissão poderia ser simplesmente classificada por meio das várias formas pelas quais os patógenos infecciosos usam para se mover entre a fonte e o destinatário suscetível, exemplificando: transmitidos pelo sangue, pela água e por vetores via ar.

Em 2020, a equipe de liderança da OMS relativa à COVID-19 consultou outras importantes entidades de saúde pública, agências e concordou com a necessidade de reavaliar o uso da terminologia relativa à transmissão de patógenos através do ar.

Em novembro de 2021, a OMS iniciou o processo de convocação de uma consulta técnica global visando resolver inconsistências na terminologia e buscar acordo quanto à descrição, princípios e terminologia relacionados com a transmissão de agentes patogênicos através do ar.

O modo de transmissão inclui a formação, liberação, transporte e alterações biofísicas/bioquímicas nas partículas respiratórias infecciosas que ocorrem quando eles se afastam de um indivíduo infeccioso e viajam em direção a outro indivíduo. Além disso, as partículas respiratórias infecciosas podem depositar-se diretamente na boca, nariz ou olhos de outro indivíduo e podem potencialmente infectar o indivíduo.

Durante a fase infecciosa da doença, uma pessoa infectada pode gerar partículas contendo o patógeno, juntamente com água e secreções respiratórias. Tais partículas são aqui descritas como “partículas respiratórias infecciosas”. Essas partículas são então transportadas pelo fluxo de ar expirado, saem da boca e/ou nariz da pessoa infecciosa quando ela respira, fala, canta, cospe, tosse ou espirra e são liberadas no ar circundante.

O descritor “através do ar” pode ser utilizado de forma abrangente para caracterizar uma doença infecciosa cuja transmissão envolve a passagem do agente patogênico ou a sua suspensão no ar. Isto tem semelhanças com outros descritores de saúde pública para doenças infecciosas, como “transmitidas pela água” e “transmitidas pelo sangue”, que se referem ao principal meio através do qual uma doença específica é transmitida e é comumente compreendida pelo público em geral. No entanto, o meio por si só não aborda os fatores de tempo e distância ao longo dos quais o ar permanece infeccioso, e esses modificadores serão necessários para que a frase seja útil para a implementação da saúde pública, o que precisa de fazer parte de pesquisas futuras.

A utilização da expressão “transmissão pelo ar” como um termo abrangente para descrever a transmissão de partículas respiratórias infecciosas pelo ar, seja por via aérea ou direta, simplifica uma questão complexa, mas requer socialização e treinamento específicos para ser compreendida por profissionais de saúde e pelo público em geral.

IPADS marca presença no VIII Congresso Nacional da CONACS

Nos dias 22, 23 e 24 de maio, associados do Ipads estiveram no VIII Congresso Nacional da CONACS. Um evento de extrema importância para os agentes comunitários de saúde (ACS) e agentes de combate às endemias (ACE) do Brasil.

O Instituto de Pesquisa e Apoio ao Desenvolvimento Social (IPADS) marcou sua presença apresentando a segunda fase do projeto “A Casa”, que despertou grande interesse e engajamento dos presentes.

O projeto “A Casa” é uma iniciativa que nasce da parceria do Instituto de Pesquisa e Apoio ao Desenvolvimento Social (IPADS), do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS), da Confederação Nacional dos Agentes de Saúde (CONACS) e da Fundação Johnson & Johnson.

Salvador recebe o curso Hubcrie

No dia 10/05, o curso do Hubcrie foi lançado na cidade de Salvador, na Bahia. O Instituto de Pesquisa e Apoio ao Desenvolvimento Social (IPADS) esteve presente por meio de seu presidente, Dr. Thiago L. Trapé.

Segundo Dr. Thiago L. Trapé os profissionais:  “São preparados também para atender pacientes que vivem com doenças crônicas, doenças que afetam o sistema imunológico ou que fazem uso de medicações que diminuem a imunidade, bem como aqueles que moram ou têm contato próximo com esses grupos”.

O primeiro módulo do curso já foi iniciado com a médica Rafaela Borges (Ufba), atual representante da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM) – Regional Bahia. A mesma trouxe o contexto histórico da vacinação no Brasil, bem como o papel estratégico dos Centros de Referência de Imunobiológicos Especiais (CRIE) como parte integrante da Política Nacional de Imunização (PNI), e a importância destes centros para usuários que precisam de imunizantes específicos em razão de doenças, condição de saúde ou exposições a risco específicos. Por fim, apresentou a importância do acompanhamento das coberturas vacinais e quais são as fontes de informações disponíveis para este cálculo.

O curso terá seguimento em polos distritais nos dias 17 e 21 de maio e 06 de junho, acrescido de um encontro conjunto para finalização.

O projeto HUBCRIE foi desenvolvido para ofertar a profissionais de saúde e usuários do SUS informações sobre os imunobiológicos especiais disponíveis nos CRIE – Centro de Referência de Imunobiológicos Especiais. Para os interessados, o curso acontece também na modalidade EaD e está aberto para todos os interessados no site www.hubcrie.org.br

O projeto Hubcrie é um projeto realizado pelo IPADS, em parceria do CONASEMS @conasems e SANOFI @sanofi_brasil.

 

confira outras cidades que já receberam o curso do Hubcrie

Ipads inicia as atividades 2024 do Programa de Estudos em Saúde

Na última terça-feira, 09 de Abril, o Instituto de Pesquisa e Apoio ao Desenvolvimento Social (IPADS) reuniu seus associados, membros e parceiros para dar início as atividades 2024 do PROGRAMA DE ESTUDOS EM POLÍTICAS E SISTEMAS DE SAÚDE – PEPS IPADS em REDE.

 

“Com a constituição do Programa de Estudos em Sistemas de Saúde do IPADS com funcionamento em rede virtual, pretendemos propiciar um espaço de reflexão, análise e posicionamento crítico em relação aos fundamentos e, ao desenvolvimento da política e dos sistemas de saúde existentes no Brasil. Pretendemos, ainda, que o alinhamento dos profissionais participantes, venha a favorecer a proposição de iniciativas de apoio ao desenvolvimento permanente do Sistema Único de Saúde ( SUS) no país.” comenta Carmen Lavras, associada fundadora do Ipads.

 

O PROGRAMA DE ESTUDOS EM POLÍTICAS E SISTEMAS DE SAÚDE – PEPS IPADS em REDE tem como objetivo aprofundar questões referentes ao desenvolvimento das políticas de saúde no país, e atua como um espaço permanente de reflexão, análise e posicionamento crítico a respeito dos fundamentos e desenvolvimento dessa política.

Propõe-se, ainda, alinhar um grupo de profissionais para atuarem em iniciativas de apoio ao SUS próprias do IPADS.

 

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André Ribas, associado do Ipads fala sobre a Covid em jornal

Associado do Ipads (Instituto de Pesquisa e Apoio ao Desenvolvimento Social), André Ribas Freitas concedeu uma entrevista para o jornal O Globo abordando a situação atual da Covid e seus números.

Apesar da melhora do cenário epidemiológico, com o registro de mortes menor do que durante a pandemia, o coronavírus é responsável por 10,8 mortes mais do que a dengue. Contudo, cenário do coronavírus não é o mesmo de alarme como em outros momentos da pandemia.

Segundo Ribas as duas doenças são importantes, porém “A Covid tem um impacto em perdas de vidas muito maior, a letalidade é superior. Mas a dengue enche mais os prontos-socorros porque ela é mais sintomática. São doenças bastante distintas”.

No Brasil, ocorrem hoje em média 192 mortes por Covid-19 a cada 7 dias, com base nos dados das últimas quatro semanas epidemiológicas. A dengue, por sua vez, já possui mais de 740 mil casos. Em relação ano passado, no mesmo período, a média foi de 448 mortes, ou seja, 57% mais alta. No início deste ano, a dengue apresentou um aumento significativo em relação ao ano anterior, quando foram registrados 1.658.816 casos.

Segundo o monitoramento de 2024 até a sétima semana epidemiológica, que terminou no dia 17 de fevereiro, foram 122 óbitos confirmados para a dengue no período, e outros 456 em investigação. Já para a Covid-19, foram 1.325 vítimas fatais.

Leia a matéria na íntegra em : https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2024/02/25/covid-ainda-mata-10-vezes-mais-do-que-dengue-em-2024-no-brasil.ghtml

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