ABERTURA DE EDITAL DE CHAMAMENTO PARA SELEÇÃO DE PROFISSIONAL ESPECIALISTA EM AVALIAÇÃO

O Instituto de Pesquisa e Apoio ao Desenvolvimento Social  – IPADS torna pública a presente chamada para contratação em caráter temporário  de profissional especialista em  pesquisa e avaliação de projeto.

 

ACESSAR EDITAL DE CHAMAMENTO IPADS Nº 01/2021

 

 

Coleção COVID-19

O Conselho Nacional de Secretários de Saúde – CONASS, lançou por meio eletrônico a Coleção COVID-19,  composta por 6 volumes e escritos por dezenas de autores.

No  Volume 4, Dra. Carmen Lavras escreveu sobre o tema  “Atuação das equipes de APS durante o período de enfrentamento da COVID-19.”

 

 

 

 

 

 

Catálogo de projetos de intervenção do Projeto Aedes na Mira

Durante o encerramento do I Congresso Virtual do Conasems, foram lançadas três publicações que refletem a execução do SUS na ponta.

Uma das publicações foi o Catálogo da mostra de projetos de intervenção do Projeto Aedes na Mira onde estão reunidas experiências de todo o país, escritas pelos alunos das iniciativas educacionais disponibilizadas pelo Projeto.

Esse material é o resultado e o registro de todo esse processo de construção coletiva, que teve início com a participação dos alunos nas capacitações e se desdobrou em ações práticas de integração entre Vigilância em Saúde e Atenção Básica no território.

Esse trabalho coletivo reuniu 264 autores de experiências e projetos de intervenção em Brasília, no XXXV Congresso Nacional do Conasems, em julho de 2019.

Para conferir o Catálogo, clique aqui. 

Mais informações sobre o projeto,  clique aqui 

 

 

Falta pouco para o “II Seminário Internacional de Redução de Danos sobre o Tabagismo”

Falta pouco ! Vamos lá,  inscreva-se!

O II Seminário Internacional de Redução de Danos sobre o Tabagismo tem o objetivo de ampliar a discussão, além de trazer a abordagem sobre a atual política de controle desse vício, as novas tecnologias existentes, a experiência internacional e a realidade prática no Brasil.

Inscrições gratuitas através do link:

https://conteudo.slmandic.edu.br/2-seminario…

 

Programação

Terça-feira, 10 de novembro

Das 19h às 20h15

A importância da perspectiva do usuário na política e na prática de redução de danos

Maria Angélica Comis e Alexandro Lucian

Das 20h15 às 21h30

Experiências médicas como agentes colaboradores na definição de práticas de RD para tabaco

Dr. Rodolfo Behrsin

 

Quarta-feira, 11 de novembro

Das 19h às 20h15

Existem debates proibidos na discussão de políticas de saúde?

Leandro Narloch e Ethan Nadelmann

Das 20h15 às 21h30

Os aspectos legais na regulamentação de práticas de redução de danos para tabaco

Cristiano Maronna e David Sweanor

O Desafio da Informação em Saúde na Pandemia Covid19

Texto de Maria do Carmo Ferreira. Enfermeira Sanitarista, Mestre e Doutoranda em Saúde Coletiva e pesquisadora colaboradora do Núcleo de Estudos de Políticas Públicas da UNICAMP.

O Brasil dispõe de uma grande quantidade de informações sobre a condição de saúde dos brasileiros através de diversos Sistemas de Informações em Saúde, que vem sendo construídas desde a década de 80. Suas bases estão disponíveis para que pesquisadores, estudantes, profissionais e gestores da saúde possam acessar e produzir análises da situação de saúde de seu município ou território de interesse. O acesso às bases de dados deve ser dentro dos preceitos éticos, preservando a identidade dos sujeitos.

O problema crônico das informações em saúde no Brasil, é que os sistemas existentes não se integram em uma mesma base de dados; Desta forma, somente para citar alguns exemplos, nascidos vivos (SINASC), mortalidade (SIM), doenças e agravos de notificação compulsória (SINAN) e suas variedades como dengue, influenza, Internações hospitalares (SIH), produção ambulatorial (SIA), imunização (SIPNI), e da atenção básica (e-SUS AB), entre outros, por não se integrarem, dificultam e por vezes até impossibilitam análises mais completas de uma forma mais fácil.

No cenário atual, quando convivemos com uma pandemia de uma doença nova, com uma história natural ainda desconhecida, é de se esperar que os sistemas existentes apresentem dificuldades para dar conta dos registros desse novo agravo.

Frente à pandemia, o Ministério da Saúde optou por utilizar um sistema de informação já existente, mas de acesso limitado às unidades sentinelas da gripe, o SIVEP gripe, para notificação dos casos graves da Covid-19 e das Síndromes Respiratórias Graves (SRAG), e disponibilizou para notificação dos casos de síndrome gripal um outro sistema, e-SUS AB, que é um sistema da Atenção Básica.

Ocorre que esses sistemas, além de sofrerem adaptações na vigência da epidemia, causando apagões de informações e bloqueios de acesso dentre outras ocorrências dificultadoras, não se integram numa mesma base de dados para análise das informações dos casos nas suas diferentes formas clínicas. Também pode acontecer de um mesmo caso ser notificado nos dois sistemas causando duplicidades, o que demandaria um trabalho grande para limpeza destas duplicidades e consequentemente, determinando maiores dificuldades de análise. Além disso, no sistema de informações de síndrome gripal, existe uma imensa quantidade de casos que foram notificados e não investigados laboratorialmente pela falta de exames que existiu no início da pandemia. O que fazer com estes casos? Serão confirmados por critério clínico epidemiológico?

O sentido da existência dos sistemas de informações em saúde, para os gestores, é o de dar subsídios para a tomada de decisões; para os profissionais que prestam assistência à população, eles são fundamentais no apoio às decisões clínicas e no acompanhamento da situação de saúde da população sob sua responsabilidade; para a população em geral, é através das informações dos sistemas, que são desenvolvidos informes, boletins, notícias e outras formas de comunicação a respeito da situação sanitária no território, os riscos existentes, os grupos mais vulneráveis e as medidas mais efetivas para o controle da situação.

No caso da presente pandemia, onde ainda hoje a principal e mais eficaz forma de combate-la é através do distanciamento e isolamento social e adoção de medidas de proteção que não fazem parte de nossa cultura, como o uso de máscaras, a comunicação com a população, baseada em informações seguras, tratadas de acordo com os preceitos epidemiológicos, é fundamental.

O que temos hoje, infelizmente não contempla plenamente nenhum dos objetivos. Temos dificuldade de acesso e de análise das informações. Com isso, a forma como a informação chega até os indivíduos, muitas vezes é através de boletins epidemiológicos com muitos dados, são muito descritivos, mas com pouca análise, dificultando o entendimento por parte da população sobre o verdadeiro risco à sua saúde e quais as medidas a serem tomadas para sua proteção.

A comunicação mais acessível e esclarecedora atualmente é a divulgada pela mídia, que tem desempenhado um papel fundamental na divulgação das informações. Por vezes, a comunicação midiática é focada principalmente na contagem de novos casos e óbitos, com pouca análise e contextualização; no entanto muito se tem esclarecido através das informações produzidas em entrevistas com cientistas, epidemiologistas e outros profissionais de saúde. Mas como fazer para estes debates e informações chegarem para toda a população?

No momento atual, com todas as dificuldades e temores que pandemia e a forma de combate-la traz para o dia a dia da maioria da população, os gestores deveriam aprimorar as análises das informações produzidas e fazer uma tradução do seu significado para a população comunicando o real risco a que a população está submetida, numa linguagem acessível para todos, principalmente para a população socialmente mais vulnerável.

É preciso resgatar os objetivos das informações em saúde.

Bom seria se todas as autoridades levassem a sério a importância da comunicação com informações corretas, produzidas através de estudos epidemiológicos e não daquelas distorcidas de acordo com diferentes interesses políticos e econômicos.

 

 

 

Imagem de Gerd Altmann por Pixabay

LIVE: 20/08 ÀS 14h30 – O direito sanitário e os desafios da PNVS no território

Assista este encontro virtual no YOUTUBE.COM/ CANALCONASEMS

                                              20/08 ÀS 14h30

 

 

 

Um olhar sobre o Avanço da Epidemia de COVID 19 em Campinas

Texto de Dra. Carmen Lavras, Médica Sanitarista, especialista em Planejamento e Gerenciamento em Saúde, doutora em Saúde Coletiva. Sócia Fundadora do IPADS, ex-secretária de Saúde de Campinas, foi docente do Departamento de Medicina Social e Preventiva da FCM da PUC Campinas durante 25 anos. Atualmente é pesquisadora do Núcleo de Estudos em Políticas Públicas da UNICAMP.

 

 

Estamos vivendo um dos maiores períodos de crise de nossa história recente, com forte impacto na vida das pessoas e na organização das sociedades em praticamente, todos os países do mundo, mesmo que de forma diversificada.

Essa crise acomete o nosso país, também de forma diferenciada, seja em função da diversidade regional existente, seja em função das profundas desigualdades sociais presentes em nossa sociedade ou, ainda, da forma como cada região vem conduzindo seu próprio processo de enfrentamento.

A crise, causada pela epidemia de COVID 19, exige, para seu enfrentamento, um conjunto de medidas de caráter individual e coletivo, particularmente, centradas na preservação da saúde e na proteção social.

E no curto período de sua existência, já podemos perceber, tanto em outros países como no próprio Brasil, um conjunto de iniciativas bem sucedidas que podem ser reconhecidas como “lições aprendidas”.

Nessa perspectiva, podem ser analisados entre outros, os processos de enfrentamento desencadeados pelos municípios de Florianópolis, Belo Horizonte e, Curitiba e, pelo estado do Rio Grande do Sul.

Em Campinas, assim como em vários outros municípios do país, vivemos um processo de isolamento social à praticamente dois meses, que impactam fortemente nossas vidas e a dinâmica de nossa sociedade, com a ressalva que nossos índices de isolamento variaram muito ao longo desse período, em parte, em função das mensagens governamentais tão contraditórias e diversas.

Porém, nesse processo de enfrentamento, Campinas se diferencia de muitos municípios brasileiros, já que pode contar com inúmeros recursos aqui existentes que devem ser considerados como grandes fortalezas.

Refiro-me a presença de: empresas e outras organizações da sociedade civil bem consolidadas; instituições de ensino e pesquisa robustas; organizações comunitárias e movimentos sociais organizados e atuantes; profissionais de saúde preparados e muito comprometidos; e, instituições de saúde em número expressivo e bem estruturadas.

Nesse momento, assiste-se em Campinas e em vários municípios da região, um importante aumento diário dos números oficiais de pacientes infectados e de óbitos, números esses com certeza subestimados, tendo em vista a falta de testagem.

Além disso, observamos, também nos últimos dias, um aumento significativo na ocupação de leitos hospitalares levando quase ao esgotamento leitos de UTI para portadores de COVID, nos principais hospitais que atendem o SUS na região.

Assim, mesmo reconhecendo que as medidas necessárias nesse momento para o enfrentamento dessa crise podem não corresponder a expectativa de uma parcela significativa da população que, sentindo de forma mais contundente o impacto econômico dessa crise, particularmente, relacionados as implicações desse momento de isolamento, almejam o retorno as atividades normais de seu cotidiano, ouso lembrar, que a flexibilização do isolamento social nesse período, no qual os números de infectados e de óbitos ainda estão aumentando dia a dia, pode trazer consequências desastrosas e irreparáveis para nossa sociedade, com perdas de muitas vidas.

Por outro lado, acredito que quando a sociedade sentir de forma mais próxima as consequências desse retorno precipitado, mesmo essa parcela que hoje almeja a rápida saída do isolamento, irá cobrar dos governantes as perdas de vidas daí decorrentes.

Dessa forma, entendo que hoje se faz necessário:

  • Manter e estimular o distanciamento social;

  • Ampliar a realização de testes diagnósticos (PCR) que sustentem ações mais efetivas de rastreamento e bloqueio;

  • Formular um plano de flexibilização acordado com os demais municípios da Região Metropolitana de Campinas, respeitando-se os indicadores e as orientações propostos tanto pela OMS como pela SES SP;

  • Formular um projeto robusto de proteção social, a ser articulado pelo Governo Municipal, mas que conte com ampla participação das organizações e movimentos da sociedade civil;

  • Aprimorar o processo de comunicação social com a sociedade, no sentido de facilitar o entendimento e buscar maior adesão as medidas propostas;

  • Definir medidas especificas e diferenciadas para as regiões com populações socialmente mais vulneráveis;

  • Ampliar, imediatamente, a capacidade de assistência hospitalar para portadores de COVID tendo em vista a superlotação dos leitos de UTI existentes; e,

  • Fortalecer a articulação regional para proposição de medidas conjuntas de enfrentamento da epidemia.

Quero acreditar que Campinas reúna todas as condições necessárias para, nesse momento, contando com o potencial de todas as forças sociais aqui existentes, ajustar seu processo de enfrentamento dessa crise de forma a responder adequadamente a uma realidade que se modifica a cada dia, imprimindo uma condução cientificamente bem embasada e socialmente responsável, buscando minimizar os riscos a que estamos todos expostos pela própria natureza dessa epidemia.

 

Imagem destacada  de fernando zhiminaicela por Pixabay

Um Sistema de Saúde Único

Por  Mair Pedro de Souza e Tisuko Sinto Rinaldi 

Mair Pedro de Souza

Médico Hematologista. Responsável pela implantação Serviço de Transplantes de Medula Óssea Mestre em Hematologia pela Faculdade de Medicina de Botucatu da UNESP. Ex- Secretário Municipal de Saúde de Jaú/ SP.

 

Tisuko Sinto Rinaldi

Médica Pediatra e Sanitarista. Ex-Secretária Municipal de Saúde de Jaú/SP. Docente da Faculdade de Medicina UNOESTE Jaú. Pesquisadora colaboradora no Núcleo de Estudos de Políticas Públicas (NEPP), no Programa de Estudos de Sistemas de Saúde (PESS) da UNICAMP. Sócia Fundadora do Instituto de Pesquisa e Apoio ao Desenvolvimento Social (IPADS) em Campinas/SP.

Um Sistema de Saúde Único. “Não se cria igualdade por Lei, ainda que não se consolide a igualdade sem a Lei”(Fleury, S).1 

A pandemia pela Covid-19 está desafiando diariamente, há meses, o Sistema Único de Saúde.

Um sistema público, universal, integral, descentralizado e concebido a duras penas. Os princípios definidos na 8ª Conferência Nacional de Saúde em 1986 foram incorporados à Constituição Federal Brasileira em 1988 e só regulamentado pela lei 8.080 em 1990.

Estão assegurados, na legislação, modelos variados de gestão, organização de serviços de saúde singulares, participação da comunidade e financiamento tríplice. Isto é, estamos falando de um sistema em construção.

A despeito das dificuldades de gestão, da crônica falta de recursos financeiros, da segmentação do sistema e de serviços heterogêneos quanto à qualidade e resolutividade nas unidades de saúde, os brasileiros estão sendo assistidos (em todo o território) e podem contar com uma estrutura amplamente capilarizada.

Capilaridade é uma propriedade que os líquidos apresentam de ascender ou descer em tubos muito finos mesmo contra a força da gravidade.

Depende de tensão superficial causada pela coesão das moléculas do líquido e adesão à superfície do material.

Capilaridade é fundamental para as funções fisiológicas dos animais e plantas.

A semente da “árvore” SUS concebida com muita luta, foi plantada em solo árido e antes de germinar foi pisoteada. Muito.

Tentaram cortar a água. Tentaram evitar que fosse adubada. Mas brotou. Brotou e cresceu.

Adubada por poucos, agredida por tantos.

Cresceu e demonstrou que a coesão e adesão resultaram na necessária tensão que pudesse tornar o sistema amplamente capilarizado. Sistema capaz de resistir aos ataques de diversas pragas.

Há pragas nas folhas, nos pequenos e grandes galhos e até no tronco. As raízes, no entanto, são muito fortes.

Mostrou sua força quando permaneceu em pé e sendo a estrutura que suporta o grosso do peso de uma tragédia do porte da atual pandemia.

Questionado num primeiro momento e aparentemente falido pela falta aguda de recursos humanos e hospitalares de cuidados intensivos, foi surpreendido pela avalanche do novo coronavírus como ocorreu em outros países, onde nenhum sistema de saúde estava pronto para uma catástrofe desta natureza.

Mas o SUS capilarizou conceitos, criou uma força de trabalho e de organização de serviços ainda desconhecida por muitos.

Capacitar tantas pessoas mesmo com salários e condições de trabalho muitas vezes aquém do razoável, tem sido o grande exercício do SUS.

Estar disponível para mais de 210 milhões de pessoas não tem sido uma tarefa uniformemente realizada no tempo desejado, mas é uma das metas.

Assegurar a maioria dos procedimentos de alto custo para o cidadão, mesmo sendo usuário de um plano privado de saúde é uma pratica habitual. E o sistema segue firme. E segue dando frutos.

Na pandemia está seguindo adiante, apesar de duas trocas de ministros e da sistemática sinalização contrária aos métodos científicos por parte da Presidência da República.

A árvore que recebe pouco cuidado financeiro se mostra capaz de sobreviver à geada da falta de liderança.

Demonstração de que a rede cresceu, amadureceu e o sistema anda com pernas próprias.

Claro que andaria melhor e mais rápido com uma gestão comprometida, atenta, preparada e proativa.

O reconhecimento da importância do SUS, ainda que tardio, será uma das consequências do desastre causado pelo SARS-CoV-2.

Na Inglaterra, o primeiro ministro chegou a negar os riscos da pandemia e priorizar os cuidados com os impactos econômicos decorrentes do distanciamento social.

Foi gravemente acometido pelo vírus e acabou sendo internado pelo sistema público do seu país.

Após a alta hospitalar, agradeceu emocionado ao sistema de saúde e às pessoas que dele fazem parte.

Como forma de agradecimento, deu ao seu filho recém-nascido o nome de dois dos médicos que contribuíram para sua recuperação.

As dificuldades inevitáveis numa situação de exigência extrema não deverão impedir a valorização do nosso serviço público de saúde que deverá ser vital no período pós pandemia, para recuperação dos adoentados e atenção a todos brasileiros independentemente de cor, raça, idade, sexo, credo, trabalhador, desempregado, pobre, rico, enfim, a todos os cidadãos deste país.

No país tão desigual como o nosso, o SUS é cada vez mais necessário e defendêlo é o que podemos e devemos fazer hoje.

1. Fleury S. Saúde e democracia: a luta do CEBES. São Paulo: Lemos Editorial; 1997. Editorial L, editor. 1997. 34 p

 

O Projeto Glica Melito divulga seu vídeo institucional !

Com a finalidade contribuir com a qualificação do cuidado em saúde ofertado a pessoas com Diabetes Mellitus Tipo 1 atendidas no SUS – Sistema Único de Saúde, o projeto Glica Melito trouxe de forma inovadora suas ações que são mostradas neste vídeo institucional.  O projeto teve a parceria entre o IPADS, Conasems e a Empresa Global de Saúde Novo Nordisk.⇓

 

 

 

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